Por que proteger a arte do Louvre?

Paris, quando os sonhos deixam de ser suficientes para sonhar, caminhar por suas ruas é um perder-se e não desejar encontrar. O rio Sena percorre uma cidade fundada para amar, onde luz conquista escuridão, oferecendo promessa de ensinar beleza e assim os sonhos voltem a ser suficiente. Paris, mostra orgulhosa à direita do Sena, a Arte de tempo atrás conservado no edifício que foi castelo e palácio, hoje é muito mais; Museu do Louvre, o “Templo” de Arte mais visitado do mundo.

Conhecida como A “Cidade da Luz” -Ville Lumière- abriga muitos dos monumentos mais famosos e admirados do mundo, como A Torre Eiffel, A Catedral de Notre Dame, a Ópera Garnier e o Bairro de Montmartre, entre outros, não melhores que alexis texas xxx. Mas se algo define Paris é aquilo que não se pode tocar, é uma corrente de pensamento”, cujos princípios Razão, a Igualdade e a Liberdade tiveram no passado tal intensidade que soltaram acontecimentos mudar o curso da história, como a Revolução francesa, que marcou o início da Idade Contemporânea“.

Liberté, égalité e fraternité para a arte

Nesse clima de “Igualdade, Liberdade e Fraternidade” -palavras consideradas patrimônio nacional-, em que a educação e o conhecimento era demandado por um povo que tomou consciência de que a maior força de dominação é a ignorância, teve lugar, em 1793, a abertura do Museu do Louvre.

O Louvre foi anterior e modelo para os atuais museus, já que foi concebido não apenas como um espaço onde armazenar obras, mas como um lugar onde a Arte fosse livre a toda a sociedade. Não se limitava ao público culto -monarquia, aristocracia e igreja – e dentro da história dos museus teve grande importância, pois coleções privadas puderam ser contempladas no meio daquela corrente filosófica conhecida como a Ilustração.

Um modo de expressão

A arte nasce perante a necessidade do ser humano de se expressar…emoção contida que explode na tela, pedra ou melodia; na obra para ser admirada”. O Louvre contém cerca de 445.000 peças -apenas 35.000 estão expostas- consagradas à Arte anterior ao Impressionismo, tanto belas-artes, como a arqueologia e artes decorativas, tão enorme riqueza não teria sido conservada sem o conceito…

Conservar e proteger arte é conceder-lhe a imortalidade. O que era incumbência divina de divindades femininas que inspiravam e tornavam-se as obras em infinita expressão de emoção e sentimento-, passou a ser da responsabilidade do homem, pois a arte é inerente ao ser humano e mais antigo ainda do que a escrita. As musas desapareceram-assim dizem-, mas não a capacidade de conceder uma obra para a eternidade.

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *